DS em Lisboa

Finalmente consegui que alguém embarcasse nas minhas ideias. 🙂 Uma despedida de solteira não tem que ser só num único lugar. Andámos a passear por Lisboa e foi tão divertido! Nunca se lembraram de tirar uma fotografia com o Marquês de Pombal, pois não? 🙂

DS no Meco

Estava de férias na Ericeira e aquela semana estava especialmente cinzenta e fria. Mal passei a Malveira vi o sol. A época das despedidas de solteira continua em força. Nunca tinha ido ao Meco (shame on me!) e, naquelas bandas, o dia estava assim. Encontrei-as cansadas 🙂 Já era o último dia de um fim de semana, que deve ter sido muito animado. Mas nem assim deixaram de estar muito bem dispostas e mesmo debaixo de um sol a ferver alinharam em todas as ideias. Se me casasse outra vez fazia umas placas destas! 🙂

DS Alentejo

Cheguei ao Alentejo por volta das 18h e olhei para o termómetro do carro. 44ºC. Abri a porta e mal se respirava. Um calor seco muito diferente do de Lisboa. Eu, que não morro de amores pelo calor, confesso que sofri. Já não ia ao Alentejo há uns tempos e não me lembrava das cores daquela terra que reflectem a luz e a deixam ainda mais amarela. Lindo! Cheias de paciência (e calor) alinharam em tudo o que lhe pedi! Foi tão divertido!!

DS em Alfama

Alfama não envelhece E hoje parece Mais nova ainda Iluminou as janelas Reparem nelas Como está linda. Vestiu a blusa clarinha Que a da vizinha É mais modesta E pôs a saia garrida Que só é vestida Em dias de festa Becos, escadinhas, ruas estreitinhas Onde em cada esquina há uma bailarico Trovas p’las vielas e em todas elas Perfume de manjerico Risos gargalhadas, fados desgarradas, Hoje em Alfama é um demónio E em cada canto um suave encanto De um trono de Santo António. Já se não ouvem cantigas E as raparigas De olhos cansados Ainda aproveitam o ensejo De mais um beijo Dos namorados Já se ouvem sinos tocando Galos cantando À desgarrada E mesmo assim dona Alfama Só volta p’rá cama Quando é madrugada. Gostei tanto, tanto de fazer parte deste dia! Perguntaram-me se tinha ideias para fazer a sessão. Lembrei-me logo de Alfama. Em plenos Santos Populares era impossível não aproveitar as ruas cheias de cores e o ambiente inexplicável daquele bairro. Demos por nós a chamar Senhoras que nos viam à janela para tirarem fotografias connosco e alguns turistas deixaram-se contagiar pela nossa boa disposição e “colaram-se” às fotografias. À medida que íamos avançando pelas […]